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dc.contributor.authorGascon, Mireia
dc.contributor.authorKromhout, Hans
dc.contributor.authorHeederik, Dick
dc.contributor.authorEduard, Wijnand
dc.contributor.authorvan Wendel de Joode, Berna
dc.date.accessioned2021-11-18T19:58:19Z
dc.date.available2021-11-18T19:58:19Z
dc.date.issued2012-01-22
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11056/22074
dc.identifier.urihttp://dx.doi.org/10.1136/oemed-2011-100029
dc.descriptionSALTRA IRET IRAS STAMIes_ES
dc.description.abstractAims To evaluate bagasse (sugar cane fibres) and microbiological exposure among sugar cane refinery workers in Costa Rica and its relationships with respiratory, allergy and eye problems. Methods Ventilatory lung function and total serum IgE were measured in 104 sugar cane workers in five departments at one refinery before the harvesting season, and repeated for 77 of the workers at the end of the season. Information on the prevalence of respiratory and other symptoms was collected with a standardised questionnaire. During the harvesting season, inhalable dust, endotoxin and mould levels were measured among 74 randomly selected sugar cane workers across departments. Results During the harvesting season, dust levels were relatively high in some departments, while endotoxin and mould levels were around background levels. Workers' ventilatory lung function differed between departments before, but not during the harvesting season or between seasons. During the harvesting season, the prevalence of wheeze and eye problems almost doubled in workers exposed to bagasse and other types of dust, whereas shortness of breath and rhinitis increased only in bagasse-exposed workers. Reporting wheeze and shortness of breath was positively associated with the number of years working at the refinery, suggesting a long-term health effect. Conclusion In this refinery, the differences in workers' ventilatory lung function before the harvesting season are unlikely to be explained by bagasse exposure. However, the increase in reported symptoms (wheeze, shortness of breath, eye problems and rhinitis) over the season is likely due to irritation by dust, in particular bagasse, rather than microbiological agents.es_ES
dc.description.abstractObjetivos Evaluar el bagazo (fibras de caña de azúcar) y la exposición microbiológica entre los trabajadores de las refinerías de caña de azúcar en Costa Rica y su relación con problemas respiratorios, alérgicos y oculares. Métodos La función pulmonar ventilatoria y la IgE sérica total se midieron en 104 trabajadores de la caña de azúcar en cinco departamentos en una refinería antes de la temporada de cosecha, y se repitieron para 77 de los trabajadores al final de la temporada. La información sobre la prevalencia de síntomas respiratorios y de otro tipo se recopiló con un cuestionario estandarizado. Durante la temporada de cosecha, se midieron los niveles de polvo inhalable, endotoxinas y moho entre 74 trabajadores de caña de azúcar seleccionados al azar en todos los departamentos. Resultados Durante la temporada de cosecha, los niveles de polvo fueron relativamente altos en algunos departamentos, mientras que los niveles de endotoxinas y moho estuvieron alrededor de los niveles de referencia. La función pulmonar ventilatoria de los trabajadores difería entre los departamentos antes, pero no durante la temporada de cosecha o entre temporadas. Durante la temporada de cosecha, la prevalencia de sibilancias y problemas oculares casi se duplicó en los trabajadores expuestos al bagazo y otros tipos de polvo, mientras que la dificultad para respirar y la rinitis aumentaron solo en los trabajadores expuestos al bagazo. Informar sibilancias y dificultad para respirar se asoció positivamente con el número de años de trabajo en la refinería, lo que sugiere un efecto sobre la salud a largo plazo. Conclusión En esta refinería, es poco probable que las diferencias en la función pulmonar ventilatoria de los trabajadores antes de la temporada de cosecha se expliquen por la exposición al bagazo. Sin embargo, el aumento de los síntomas notificados (sibilancias, dificultad para respirar, problemas oculares y rinitis) durante la temporada probablemente se deba a la irritación por el polvo, en particular el bagazo, más que a los agentes microbiológicos.es_ES
dc.description.abstractObjetivos Avaliar o bagaço (fibras da cana-de-açúcar) e a exposição microbiológica de trabalhadores de refinaria de cana-de-açúcar na Costa Rica e sua relação com problemas respiratórios, alérgicos e oculares. Métodos A função respiratória ventilatória e a IgE sérica total foram medidas em 104 trabalhadores da cana-de-açúcar em cinco departamentos em uma refinaria antes da temporada de colheita, e repetidas para 77 dos trabalhadores no final da temporada. As informações sobre a prevalência de sintomas respiratórios e outros foram coletadas com um questionário padronizado. Durante a temporada de colheita, os níveis de poeira inalável, endotoxinas e mofo foram medidos entre 74 trabalhadores da cana-de-açúcar selecionados aleatoriamente em todos os departamentos. Resultados Durante a temporada de colheita, os níveis de poeira foram relativamente altos em alguns departamentos, enquanto os níveis de endotoxinas e mofo ficaram próximos aos níveis de fundo. A função pulmonar ventilatória dos trabalhadores diferia entre os departamentos antes, mas não durante a estação de colheita ou entre as estações. Durante a safra, a prevalência de chiado e problemas oculares quase dobrou em trabalhadores expostos ao bagaço e outros tipos de poeira, enquanto a falta de ar e a rinite aumentaram apenas em trabalhadores expostos ao bagaço. O relato de chiado e falta de ar foi associado positivamente ao número de anos de trabalho na refinaria, sugerindo um efeito de longo prazo na saúde. Conclusão Nesta refinaria, as diferenças na função pulmonar ventilatória dos trabalhadores antes da temporada de colheita dificilmente serão explicadas pela exposição ao bagaço. No entanto, o aumento dos sintomas relatados (respiração ofegante, falta de ar, problemas oculares e rinite) ao longo da temporada é provavelmente devido à irritação por poeira, em particular bagaço, ao invés de agentes microbiológicos.es_ES
dc.description.sponsorshipUniversidad Nacional, Costa Ricaes_ES
dc.description.sponsorshipUtrecht University, The Netherlandses_ES
dc.description.sponsorshipNational Institute of Occupational Health, Norwayes_ES
dc.language.isoenges_ES
dc.publisherBMJ Journalses_ES
dc.rightsAcceso embargadoes_ES
dc.sourceOccupational & Environmental Medicine vol.69 no.5 1-8 2012es_ES
dc.subjectENFERMEDADES BRONQUIALESes_ES
dc.subjectBRONCHIAL DISEASESes_ES
dc.subjectSISTEMA RESPIRATORIOes_ES
dc.subjectRESPIRATORY SYSTEMes_ES
dc.subjectENFERMEDADES DE LOS OJOSes_ES
dc.subjectEYE DISEASESes_ES
dc.subjectTRABAJADORES AGRÍCOLASes_ES
dc.subjectAGRICULTURAL WORKERSes_ES
dc.subjectCAÑA DE AZÚCARes_ES
dc.subjectSUGAR CANEes_ES
dc.subjectSALUD OCUPACIONALes_ES
dc.subjectOCCUPATIONAL HEALTHes_ES
dc.subjectCOSTA RICAes_ES
dc.titleRespiratory, allergy and eye problems in bagasse-exposed sugar cane workers in Costa Ricaes_ES
dc.typehttp://purl.org/coar/resource_type/c_6501es_ES
dc.description.procedenceInstituto Regional de Estudios en Sustancias Tóxicases_ES
dc.identifier.doi10.1136/oemed-2011-100029


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